quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Nos trinks

Dia desses andando pela Augusta quiseram tirar minha foto para colocar num site de moda.
http://oimoda.com.br/lookbook/talitta-albuquerque/


Ah eu fiquei me achando, né? A estilosa, cool, cult... Espalhei para os amigos e tudo e tal. Dá pra votar, deixar comentário...

Eis que eu entro lá na minha foto e vejo o seguinte comentário:

"PARA SER BONITA E SIMPATICA E DESFILAR BELEZA, NAO PRECISA COMPRAR NA OSCAR FREIRE. UM BEIJO TALITTA MEU AMOR,O PAPAIZINHO TE AMA."

Puta-kila-merda... É, definitivamente não nasci pra ser cool e cult...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Fazendo amizades

E eu resolvi usar na balada a meia calça de oncinha que mamãe me comprou. Fiz uma produção meio básica: vestido preto, bota vermelha sem salto e a tal da meia.

A nova tradição pós-balada agora é ir comer sanduíche-íche de pernil no Estadão. É muito bom, barato, e sempre rende muitas risadas pois aquele lugar junta todo tipo de gente que habita essa cidade.

Então lá estava eu, no Estadão, procurando o banheiro para lavar as mãos, quando alguém me segura pelo braço. Olhei para a direita e eis que vejo: um travesti. Bom, até aí nenhuma novidade pra mim. O travesti estava ainda montado com sua maquiagem de balada, com muita purpurina e delineador nos olhos (achei lindo!), calça jeans e camiseta preta. 

Mas enfim, o que é que um travesti, naquela hora da manhã, ia querer comigo? Eis que a "fofa" me fala:

"Meu, eu estou usando uma meia calça igual a sua!"

O travesti levantou a barra da calça jeans e me mostrou que por baixo estava a meia calça de oncinha que tinha usado em uma performance naquela noite.

Bom, eu precisei me sentar ao lado dele (dela, nunca sei) e ficamos conversando e rindo. Os amigos chegaram, riram juntos da situação e ficamos todos alí interagindo.

Só mais uma noite de balada em São Paulo...

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O nome do blog

Essa semana, durante um jantar, me perguntaram o nome do meu blog. Até aí, nada demais.

Mas o constrangedor foi ao dizer "Vampiros Emocionais" já ficaram empolgadinhos dizendo "Ai! Vampiros! Minha filha de 10 anos ama os vampiros! Lê os livros, vê os filmes, olha já ficou toda animada alí...". A pobre falou tanto que nem consegui me defender. O queixo caiu e eu tomei mais um gole da minha cerveja.

Oh God.

Pensaram que eu, euzinha, sou fã da Saga Crepúsculo.

Primeira coisa: não tenho idade pra isso, néam? Jura que você olha para uma marmanja feito eu, toda maquiada, montada numa produção moderna, com óculos de intelectual e ACHA que ela se interessa por vampiros adolescentes?

Segundo: o último filme bom sobre vampiros que vi e livros que li, ambos foram baseados nos romances de Anne Rice (que sabe escrever, diga-se de passagem), Entrevista com o Vampiro, do início dos anos 90. E só.

Terceira coisa: eu devia ter uns 13 anos quando ouvi esse termo pela primeira vez. Foi numa livraria Saraiva, numa tarde de sábado. Eu estava entediada e acabei topando com o livro "Vampiros Emocionais" de um psicólogo norte-americado chamado Albert Bernstein. Achei o título curioso e comecei a ler rapidamente os principais tópicos enquanto minha mãe comprava alguma coisa.

Para resumir, Albert Bernstein denomina de "vampiros emocionais" pessoas com sérios distúrbios psicológicos, que "sugam" a sua energia. 

"De dia ou de noite, o mundo continua a ter uma boa cota de habitantes mesquinhos, invejosos ou inescrupulosos, no lar, no bar, no clube ou no escritório. Bernstein descreve com detalhes os cinco tipos mais comuns de vampiro, alertando para suas características específicas e sugerindo estratégias de convivência segura. Um deles é o vampiro inconstante, aquele que não assume compromisso com ninguém e com nada, namora todo mundo e vive trocando de emprego. O narcisista se acha o máximo, obviamente, e adora pisar nas pessoas. Outros tipos são o teatral, o obsessivo e o paranóico, numa adaptação livre dos termos empregados pelo autor. Assim como os vampiros do cinema recuam diante de crucifixos, alho ou água benta, os vampiros emocionais sentem-se ameaçados por experiências comuns, como o tédio, a incerteza e a responsabilidade, Bernstein define. 

Todo mundo tem um pouco de vampiro, mas o problema começa quando vários atributos comprometedores se concentram numa mesma pessoa. O autor criou testes para ajudar o leitor a descobrir se está convivendo com criaturas das trevas. Há pessoas que se enquadram de imediato num dos tipos descritos. Outras são híbridas – misturam atributos de duas ou mais espécies. Um alerta decisivo é que não adianta tentar mudar o jeito de ser dos dráculas, porque eles possuem traços psicológicos muito arraigados. O máximo que se consegue é domesticá-los. E, ainda assim, convém manter aberto um dos olhos durante a noite. A única forma de torná-los inofensivos é sintonizar as próprias necessidades com as deles. Nesse caso, podem até se transformar em trabalhadores exemplares e companheiros amorosos. Mas a vigilância precisa ser constante. Basta que as necessidades entrem em ligeiro conflito para que tudo mude.  

Uma característica freqüente entre os vampiros emocionais é o poder de sedução. Nos primeiros contatos, sempre parecem mais interessantes que as pessoas comuns. São bons de papo e gentis, mas, quando se sentem impelidos a saciar a sede por sangue, são capazes de avançar no pescoço da própria mãe e de quem mais estiver por perto. A descrição de Bernstein vale tanto para o colega de trabalho que se acha o sujeito mais inteligente do mundo quanto para aquela vizinha que sorrateiramente vigia cada um de seus passos. Como as crianças de colo, os vampiros imaginam que os outros existem apenas para suprir as suas necessidades. Parecem adultos por fora, mas continuam bebês por dentro. "As estratégias mais bem-sucedidas no trato com os vampiros emocionais são precisamente as mesmas a que você recorreria com uma criança de 2 anos para definir limites", ensina Bernstein. Com a diferença de que os bebês não têm caninos afiados para enterrar em sua jugular." (Mauricio Oliveira, Veja Online)

Eu escolhi esse título para o blog pela brincadeira que faço de reparar e "analisar" situações e pessoas, que geralmente me irritam, irritam os outros, que nos sugam.

E só.

E eu achando que tinha cara de conteúdo...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Conto de fadas moderno

Era uma vez uma mocinha de vinte e tantos anos moradora de uma cidade grande. Ela era bonita, independente, trabalhadora. Adorava moda, festas, filmes e arte.

Um belo dia a mocinha resolveu ir ao cinema de um shopping qualquer. Sem companhia para aquele dia particular no meio da semana, ela não se abalou e foi sozinha. Como de costume, ela comprou seu ingresso alguns minutos antes de começar a sessão e saiu pelo shopping a procura de suas guloseimas favoritas. Comprou um Chai Latte Tall para viagem, um muffim de banana com chocolate e jujubinhas.

A mocinha, apesar de se achar moderna, sai de casa sempre com uma bolsa enorme, blusa (pois o tempo em sua amada cidade é muito instável) entre outras tralhas pouco práticas, mas muito necessárias. Estava já à caminho da sala de cinema, e foi então, no meio do caos de segurar bolsa, blusa e guloseimas, que sacou a carteira para procurar o ticket do cinema quando uma moeda de 1 peso argentino (oi?) caiu no chão, bem  aos pés da escada rolante que a levaria até o andar de cima. A mocinha parou, fez cara de "Ai que cú isso, meu..." mas não podia deixar a monedita lá caída, pois era de estimação.

Então, se equilibrando na sandália plataforma e tomando cuidado para que não deixasse o Chai Latte Tall, muffim de banana e jujubinhas caírem chão, a mocinha se abaixou para alcançar a moeda. Foi aí que se distraiu ao avistar um belo mancebo... bem apessoado, bem vestido e com um sorriso daqueles que faz o tempo parar. O queixo caiu e ela esqueceu que por pouco a blusa pendurada na bolsa não enroscou na escada rolante. Paralisada, o mancebo sorriu pra ela e caminhou em sua direção. Ela podia ver o vento canalizado dos corredores do shopping balançando os cabelos cuidadosamente desarrumados do seu novo príncipe, que andava quase como que ao som de uma trilha sonora de Yann Thiersen em Good Bye Lenin.

"Oh não! Ele vai me ajudar a pegar a moeda do chão!", pensou a abobada. 

A mocinha não podia acreditar que ainda existissem homens cavalheiros nesse mundo tão agressivo.

Foi então que, o belo ragazzo com suas lindas e longas pernas passou por cima da mocinha  jogada aos pés da escada rolante, desequilibrando-a de suas sandálias plataformas, e fazendo ela derrubar o muffim de banana e as jujubinhas. Por sorte não derrubou o Chai Latte Tall e as tralhas da bolsa. 

Furiosa e indignada, a mocinha ainda olhou pra cima pra ver se o piroquinha tinha notado o acidente que poderia ter causado. Notou, ô se notou! E continuou deslizando pelas escadas acima, olhando para a mocinha com cara de quem pensava: 

"Ha, mas que burra! Dá zero pra ela!"

E depois acham que têm o direito de ficar traumatizados quando levam coió de mulher por aí.

Cada uma viu...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dia desses no horário de almoço:

"- O que é aquilo na antena do carro?
- Uma "Minnie".
- Como assim?
- Pois é.
- Um Minnie na antena do carro! Hahahaha! Nossa, muito fácil de roubarem, não?
- Mas quem é o cretino que roubaria uma Minnie pra botar na antena do carro?
- Sempre tem um cretino..."

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Mulherzinhas S.A.

Sabe quando dizem que mulher é burra? Eu concordo SÓ quando o assunto é relacionamentos.

Não dá pra se conformar com a quantidade de mulheres bem nascidas (???), educadas, inteligentes, bonitas, sexies, trabalhadoras e esforçadas que insistem em cagar todo e qualquer tipo de relacionamento amoroso.

O motivo número 1, e talvez o principal: auto-estima. Acho que conto nos dedos de 1 mão só as mulheres que conheci nessa minha curta vida que tenham uma auto-estima invejável. Não digo que sejam 100% porque talvez não exista tal extremo. Aliás, extremos são sempre um indicativo de um grande problema. O melhor seria talvez reconhecer que somos sim imperfeitas, mal resolvidas e acima de tudo humanas e trabalhar a partir daí.

Dois casos que mudaram meu humor hoje:

Uma amiga aí, muito querida e loira. Batalhadora, tem casa, carro, emprego bacana. Tem família e amigos que gostam muito dela. É dona de um astral contagiante. É comprometida com seu trabalho e vez ou outra se estressa por ser muito certinha e por não entender que as pessoas não são como ela gostaria. A fulaninha se apaixona por um tal aí. Se você olha de longe, tropeça nele e o coitado ainda passaria despercebido. Parece que tem família bacana, tem um bom emprego, mora em bairro nobre... e trata ela como lixo. A palavra pode parecer forte, mas acho que quando a gente dá pouca importância para algo (ou alguém) significa que esse algo (ou alguém) pode ser facilmente substituível e/ou descartável. Nada disso é da minha conta, corretíssimo. Mas como somos amigas eu não só vejo as alegrias, mas também os choros e decepções. Mas isso não é o pior. O pior é ela achar que deve ficar justificando ele: "Ah, ele é muito traumatizado com relacionamentos, sabe...".
Sei. E phoda-se. Me parece que o trauma dele importa muito mais do que o trauma que ELE está causando nela. Por que suportar isso? Olha amiguinha, eu até acho ele um cara legal, engraçado até. Mas só o fato de ele te fazer chorar semana sim e semana não já deixa claro que ele não te  faz bem, que ele não sabe o que quer e portanto deveria ser ignorado.  Você chegou toda bonitona outro dia na buaty, disse que ia curtir a sua noite com azamygha e bastou uma piscadela do bofis pra você esquever tudo que tinha falado e ir embora... Ah como eu gostaria que você acreditasse mais nos seus mantras de mulher independente!

Eu sempre questionei que se não está bom, porque continuar com o relacionamento? Porque não acaba logo de uma vez? Aí frequentemente me diziam: "Ah não, as coisas não são tão simples assim...".
Na verdade elas são sim. Existe o egoísmo, a covardia, o medo de ficar sozinho, a falta de caráter. Superadas essas carências, fica tudo muito fácil de observar.

Amiga, você pode ficar muito, mas muito chateada comigo e eu posso engolir tudo isso que digo agora: os dois estão errados. Você e ele.

Outro caso, e esse me deu vontade de vomitar meu café da manhã e almoço:
Uma amiga aí saiu na balada e conheceu um siclano. Siclaninho se aproximou dela de forma bastante elegante. Foi respeitoso, alto astral, pegou o telefone dela, deixou ela em casa, disse que ligaria no dia seguinte e cumpriu com sua palavra. Mandou uma meia dúzia (ou mais) de mensagens "fofas", encontrou com ela e os amigos dela no dia seguinte, foi extremamente agradável e se mostrou não ser somente uma pessoa "elegante" de modos, mas também ter uma educação invejável, é viajado, trabalhador, tem casa e família. Mostrou também ter uma cabeça aberta a diversas culturas, sem preconceitos. E o bofe ainda tem senso de humor! Eu sou uma pessoa chata, facto, e minha tolerância com pessoas cretinas geralmente é baixa. Com ele, não consegui encontrar nenhum defeito sequer.  Não procurei também. Acho muito provável que tenha um sem número de defeitos alí, mas as primeiras impressões foram buenísimas. Fazia tempo que não conhecia alguém com personalidade. Um cara do bem!

Aí a uvinha me liga pra me perguntar, de novo, o que é que eu tinha achado dele, coisa que eu já tinha falado de livre e espotânea vontade. Novamente a chuva de elogios. Mas claro que me vem a anta paralítica, a ameba em coma, aquela jegue infeliz e me diz:

"Ai, mas eu não gostei do chapéu cata-ovo dele!"

Agora, amiga-caso-de-hoje-número-dois, eu te falo o que não pude falar no telefone do trabalho: VAI PRA PUTA QUE TE PARIU DE CÓCORAS!

Trate de dar valor pra ele. Se você não der, se tentar botar defeitos imaginários dessa tua cabecinha oca, de quem acha que é super bem resolvida na vida, que acha que não precisa de ninguém pra ser feliz, que se acha fodástica e da-nem-se todos os homens héteros e homos dessa vida, eu JURO que falo pra ele que você é quem não merece ele. Não me provoca com essas bobagens de mulherzinha, porque eu sei que você não é mulherzinha, que eu falo mesmo.

Alguém lembra quando o piroquinha disse no bar "Morram solteiras?". Estou começando a achar que no meio daquela baboseira torpe dele, ele tinha até um pouco de razão. E também estou começando a achar também que quem insiste em cultivar essa burrice feminina merece morrer sozinha.

Não estou aqui dizendo que eu seja imune a todas essas burrices. Definitivamente não estou. E olha, que dessas duas, e de tantas outras que conheço, sou a que menos tem experiência com relacionamentos. Tomei na cabeça também bem tomadinho.

Mas quem olha de fora geralmente tem uma perspectiva mais realista. E vamos aprender com os erros, vamos? Quem sabe lá pro final da vida a gente passe de "burrinhas" para simplesmente "na média".

sábado, 6 de novembro de 2010

Quem foi o cretino que disse pra piriguetchizada que tirar foto fazendo a porra do coraçãozinho com a mão é digno? Hein? QUEM FOI?

À puta que pariu!

Pessoas que fazem coraçãozinho com a mão pra tirar foto deveriam ser processadas, presas, torturadas e ridicularizadas em praça pública pra nunca mais fazer algo tão imbecil na vida.

Pronto, falei.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

E minha prima casou no último dia das bruxas (piada pronta?). Como a própria disse: game over!

Piadas a parte, minha família resolveu se vingar de mim. Mais precisamente, meu papai.

Papai é assim: fica enlouquecido quando tem baladinha pra ir (eu puxei papai). Mas papai tem menos oportunidades de baladas para sijogar, e elas frequentemente são festas de casamento. Papai foi padrinho de casamento da prima então estava todo elegante né. 

Mas aí, chegou na festinha, viu aquele monte de drinks coloridos e não resistiu. Bebeu, dançou, atazanou todo mundo, usou colar de havaiana, óculos colorido de acrílico, e por aí foi.

Lá quase pelo final da festa a prima resolveu que ao invés de jogar o famigerado buquet para as "solteiras e desesperadas" (como disse a ANTA da banda, que não sabia cantar então atacou de piadista), ela jogou um simpático bonequinho do Santo Antônio, daqueles que ainda crê-se que ajuda a arrumar marido (e isso é vantagem por que mesmo?). Aí a prima subiu no palquinho, pegou o microfone e começou a arrebanhar a mulherada.

Eu fiquei na minha mesa fazendo o tipo blasé de sempre, pra esconder meus pés cansados do meu salto 15 que roubei de um travestí na última balada (mentira). Eis que vejo papai indo em direção ao palco.

Papai fez um sinal para a noiva abaixar para que ele pudesse falar-lhe algo. A noiva abaixo, papai falou, e ao levantar para falar no microfone novamente a uva diz:

"Talitta? Cadê a Talitta, gente? Talitta, seu pai tá mandando você vir aqui na frente pra ficar num lugar estratégico!"

Assim, no microfone. Pra 300 pessoas. E claro, mamãe achou suuuuuper engraçado e arrematou:

"Vai lá, filha!!!! SIJOGAAAAAAAAA!"

Bom, eu na mesa levei alguns minutos pra entender que de fato estavam falando de mim. Quanto entendi, o queixo caiu. E não dava nem pra fazer um "Talitta? Cadê a Talitta, gente? Chama a Talitta aí!", porque sim, todo mundo naquela festa sabia quem era a Talitta.
Mas, como eu tenho um senso de humor distorcido, dei uma risadinha de Miss Araraquara na Festa da Tainha e fui lá pra frente com as outras. Lembram da picolé de chuchú do chá de lingerie? Pois é, a fofa teve a audácia de me falar:

"- Nossa! Que vergonha! O seu pai mandar falar isso na frente de todo mundo!"

Primeiro eu fiquei chocada porque ouvi a voz dela dirigindo a palavra a moi. Segundo porque, quem deveria ter vergonha era ela de usar um vestido de festa de casamento de cetim lavanda. 

E outra: meu pai pódji. Se fosse a chuchú, meu bem, eu pi-co-ta-va aquele vestido cafona.

Enfim, quando a prima jogou o Santo Antônio eu dei um passo pro lado pra desviar do bicho.

Credo, gente! Quando é que vocês vão aprender que essas coisas dão é azar? Minha avó sempre fala...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Balada errada

Se você, mulher solteira e desimpedida, que a-do-ra balada e confusão, mas acha que está ouvindo demais coisas do tipo:

"Ai, como você é linda! Se eu fosse hétero não deixava você passar nunca!"

Significa que está na hora de pensar em mudar de baladas...